quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Halloween, Pai Natal, Carnaval e coisas que tais

Não gosto do Halloween, não gosto do Pai Natal, não gosto do Carnaval, não gosto de Palhaços nem nada que envolva máscaras. Nunca gostei, nem em criança. Sempre que o Pai Natal ia à minha velhinha escola primária, lá na aldeia, era um tormento. Eu fugia literalmente do pobre coitado. Nem o brinquedo que trazia para todos os meninos eu queria, simplesmente ele assustava-me. Confesso que ainda agora me assusta, só não sei explicar porquê.
No Pai Natal nunca acreditei, aliás só o descobri por volta dos 6 anos quando entrei para a escola, muito por culpa dos meus pais que me diziam que quem trazia as prendas era o Menino Jesus. 
Os palhaços eu acho muito "tristes", patetas até. Normalmente o palhaço é um individuo pobre que é feliz fazendo rir os outros, ora isto para mim é uma palermice. Para além disso o sorriso é pintado na cara, quase até à orelhas para dar um ar alegre (na minha opinião pateta), as roupas parecem trapos cozidos uns aos outros, os sapatos são gigantes e com formas estranhas (muito patetas, portanto), fazem brincadeiras às quais não acho graça nenhuma, acho até que têm um ar um bocado decadente, pronto.   
Todas as outras máscaras eu também não gosto e até me afligem um bocadinho. As máscaras como o próprio nome indica, mascaram, e eu gosto de pessoas genuínas, sem máscaras.

Resumo da Festa

Um alegria! Estavamos lá todos, pais, avós, bisavós, tios, primos, amigos da família e claro os amiguinhos da escola e catequese. Houve muita brincaderia, muitos gritos também (faz parte, são crianças), algumas prendas e desta vez sem exageros (acho que as pessoas começam finalmente a perceber que as crianças não precisam de muitos brinquedos e que uma festa de aniversário com tanta gente que gosta delas é a verdadeira prenda), muita comida (aqui sim com exagero.... entre doces e salgados não sei o que comi mais), muita alegria e felicidade no meio de pessoas boas. No fim, fomos mesmo os últimos a sair, como prometido. :)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Palavras que me enchem o coração

Sábado é o aniversário do P.  Anda  numa excitação que só visto.
No Domingo passado estivemos todos juntos (eu, o E., a Nônô, o P. e os pais deles) para mais uma tarde de  brincadeira, risos, almoço, mais brincadeira, mais risos, lanche, enfim, um Domingo em cheio, como se quer. 
Chegou uma altura em que  perguntei ao P. o que gostava de receber como prenda de aniversário, ao que ele me respondeu " nada em especial, eu sei que tu e o tio vão trazer uma prenda que eu vou gostar, mas o quero mesmo é que vocês venham à minha festa e sejam os últimos a ir embora."

Eu só não chorei porque me controlei. Senti-me a mulher mais feliz e abençoada do mundo. Quando contei aos pais dele e ao E. o que ele disse, todos ficaram sem palavras e naquele momento sentimo-nos todos bem mais felizes, e babados.

Estou ansiosa por sábado. Vamos ser os últimos a sair :).

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

sábado, 22 de outubro de 2011

Enxaqueca

Sofro disto para aí desde os 6 anos. E ultimamente tem sido demais. Não sei se do trabalho, se do stress, não sei simplesmente. Só sei que hoje tive uma enxaqueca que durou 10h e que começou nem eram 7h da manhã, ainda eu estava a dormir. Acordei porque me doía a cabeça, tomei os comprimidinhos do costume e mesmo assim só passou 10h depois quando já tinha tomado 4 doses de "Brufen" 400mg e de me ter enfiado no quarto às escuras em total silêncio. Ao que parece até excedi a dose recomendada, mas já não estava a aguentar, até náuseas tive. Na semana passada fui ao médico e ele recomendou-me fazer um diário da enxaqueca, para perceber que tipo de enxaqueca é a minha e qual a medicação a receitar. Vamos lá a ver se desta acertamos com os medicamentos, que isto de andar quase um mês inteiro com dores de cabeça quase diárias está a deixar-me exausta.
A enxaqueca não tem cura, e é altamente incapacitante, o problema é que quando dizemos que nos dói a cabeça as pessoas não nos levam a sério e acham que é uma fita. Não é, e não desejo a ninguém. 

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Publicidade

Chateia-me. Chateia-me a publicidade em blogs. É que o tempo que se está à espera que a página abra é uma seca. É muito tempo, e já nem dá vontade de ler. Ultimamente tenho-me ficado pelos títulos e pequenos trechos porque sinceramente não vale a pena a espera. Eu compreendo que a malta tem de ganhar a vidinha, e só fazem se não bem, mas que é uma seca é. Por isso, agora quase não leio os blogs que mais lia, ou seja, os que estão na moda. Agora leio outros que vou descobrindo e que tenho gostado muito e que não têm publicidade. É assim, mal de uns bem de outros.

Coisas que me deixam sem palavras

A Nonô chorou toda a manhã na escola. Chega a hora de almoço e não quer comer, o que é que o P. faz? Dá-lhe o almoço pela mão dele, com muito carinho, e a irmã comeu. A educadora ainda perguntou se era hábito ele fazer aquilo em casa, mas não. Nunca o tinha feito, foi a primeira vez.

Ó pá , até fiquei emocionada quando soube desta história. Está tão crescido o P., tão educado e meiguinho...só apetece dar-lhe miminhos.

(A Nonô tem 4 aninhos e o P. tem 7)